Um procedimento moderno, seguro e minimamente invasivo. Estudos recentes demonstram que é a forma mais segura e efetiva no tratamento das doenças compressivas da coluna. A cirurgia endoscópica pode ser indicada para o tratamento de diversas lesões na coluna, tais como: ⠀
– Hérnias de disco: lombar/ cervical / torácica
– Estenose do canal espinhal – Estreitamento do canal da coluna secundário a artrose que leva a compressão e disfunção dos nervos
– Cistos facetários
– Biopsia e ou Ressecção de certos tipos tumores
– Tratamento das Dores Lombares decorrentes de artrose e ou inflamação facetaria
– Tratamento das Dores na região sacroilíaca ( sacroíleite )
– Drenagens de abscesso ou infecções na coluna ( discites infecciosas )
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É indicada quando a patologia leva à compressão de estruturas nervosas específicas, como as raízes e os forames neurais por onde elas passam levando a dores ou disfunções neurológicas. Mesmo sendo uma opção menos invasiva, nem sempre a cirurgia é a opção mais aconselhada.
Para realizar a cirurgia endoscópica da coluna, o cirurgião introduz um fino tubo (cânula), através de um pequeno corte de 7 milímetros , de forma precisa até o local exato do problema. Através dessa cânula o cirurgião introduz um sistema de lentes associado a um sistema de iluminação ( endoscópio ) que ira transmitir para uma câmera e um monitor o que esta acontecendo no interior daquele local.
O cirurgião, então, através de instrumentos especiais e de alta precisão, consegue, sob visualização direta, remover qualquer estrutura que possa estar afetando os nervos. Após a completa descompressão da estrutura afetada, todo o instrumental é retirado cautelosamente e a musculatura retorna ao seu local.
Muitos pacientes sentem alívio imediato dos sintomas logo após o procedimento. As vantagens deste procedimento em relação aos procedimentos convencionais são:
– Preservação da mobilidade e estabilidade da coluna, evitando colocação de pinos e parafusos.
– Perda sanguínea mínima, não precisando de transfusão de sangue e UTI
– Menor risco de infecção
– Menos dor no pós operatório, rápida recuperação e rápido retorno as atividades de vida diárias.
– Alta Hospitalar após 4hs do fim do procedimento
Vale lembrar que como ainda é um procedimento ainda novo no Brasil é preciso procurar um profissional experiente na técnica. Cada caso deve ser avaliado de forma cuidadosa e criteriosa por um profissional devidamente habilitado, e nem sempre o tratamento cirúrgico é a melhor opção.
Conheça nossos profissionais e agende um horário.
Corpo clínico:
Dr. Enrico Salomão Ioriatti – CRM: 124475 | RQE: 54089
Dr. Luiz Henrique Rodrigues – CRM: 116403 | RQE: 29512
Dr. Eduardo Gomes Machado – CRM: 98205 | RQE: 45.004